quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Série V - Res pública




Jardim de Vila Franca de Xira. As imagens dizem tudo, suponho!

Série V - Res pública

Todos sabemos que é premente a reabilitação urbana de Vila Franca de Xira. Mas justifica isso que os serviços camarários autorizem (veja-se o painel do alvará na janela) a transformação de um quintal em casa de habitação, como a que se verificou aqui na Rua do Curral? Repare-se que, como a imagem abaixo mostra, o quintal deixou de existir, uma vez que o telhado chega às janelas do rés-do-chão.






Série III - Edifícios públicos

Aspecto das piscinas Municipais de Vila Franca de Xira no dia 16 de Setembro a meio da tarde. Os critérios de ingresso são tão exigentes que poucos são aqueles que os conseguem cumprir. Longe vão os tempos em que as piscinas eram para o povo. Deplorável.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Série IV - Arruamentos

A Rua Alves Redol passou a ter uma faixa exclusiva para BUS. Para muita gente isto não se justifica, uma vez que Vila Franca de Xira tem um reduzido volume de tráfego de transportes públicos. A única razão plausível para recusar esta conclusão é o facto de esta faixa poder ser usada por todo o tipo veículos de emergência. De facto, uma ambulância que entre na cidade pelo norte e se dirija ao Hospital Reynaldo dos Santos tem de atravessar toda a Rua Alves Redol, o que à hora-de-ponta com frequência demora um tempo desesperante. Contudo, para que esta razão possa ser aceite e, portanto, para que a existência da faixa de BUS possa ser justificada, ela não pode limitar-se aos cerca de trezentos metros agora existentes. Esperamos, pois, pela proibição de estacionamento em toda a Rua Alves Redol e o prolongamento da faixa do BUS até ao edifício da Câmara. Se isto não for feito, a conclusão acima é inevitável: a faixa de BUS é ridícula e, consequentemente, constitui apenas mais um exemplo do provincianismo bacoco dos nossos edis.

sábado, 11 de julho de 2009

Série IV - Arruamentos

Como é possível gastar centenas de milhares de euros na requalificação de um pequeno troço de uma rua e deixar as coisas da forma que a imagem documenta?

Série IV - Arruamentos

No novo arranjo paisagístico da Rua Alves Redol, um prédio conseguiu o privilégio único de um pequeno canteiro fora de porta. As más línguas dizem - embora nós não acreditemos, claro - que a razão de ser do canteiro está em morar aqui uma grande amiga da presidente da Câmara Municiapal de Vila Franca de Xira. Há gente capaz de dizer tudo!

Série III - Edifícios públicos

Temos condenado - às vezes veementemente - alguns procedimentos errados das autoridades locais. É, no entanto, justo que sejam elogiadas quando procedem correctamente. É o caso relativamente às sanitas das casas de banho masculinas da Biblioteca Municipal. Como a fotografia documenta, elas têm finalmente dispositivos que permitem que os utentes as utilizem na posição sentada. Estes não deixarão de agradecer nas horas de maior aperto.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Série III - Edifícios públicos

O novo horário de funcionamento da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, em vigor entre 1 de Julho a 15 de Setembro, estabelece que as salas infantil e do audiovisual abram às 11 horas, uma hora depois de a biblioteca abrir (aos sábados, a primeira abre apenas de manhã e a segunda apenas de tarde). Numa época do ano em que a maior parte das crianças estão em férias escolares e têm mais tempo livre e em que, portanto, a Biblioteca deveria estar mais tempo aberta e ter mais actividades lúdico-culturais, é precisamente o contrário que acontece. Na imagem, um grupo de crianças espera, à porta, impacientemente, que o espaço infantil abra.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Série IV - Arruamentos


É incontestável que o novo arranjo da Rua Alves Redol, apesar da polémica que envolveu a sua realização, beneficiou imenso a entrada norte de Vila Franca de Xira. Pena é que nem tudo seja perfeito. Por exemplo, os bancos apenas permitem que as pessoas se sentem viradas para os prédios e que, em consequência, estejam condenadas a usufruir de vistas como esta:

Em vez de como esta:


Série III - Edifícios públicos

Esta é uma fotografia da sanita da casa de banho dos homens na Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira. As duas sanitas existentes (a outra está agora fechada e, presume-se, avariada) não têm tampo, razão pela qual os utentes têm de as usar em condições, para dizer o mínimo, difíceis. Num concelho cuja Câmara pode atribuir subsídios de 20000 euros à entidade privada que gere a Praça de Toiros, o estado a que estão votadas as casas de banho dos homens da primeira Biblioteca Municipal diz tudo sobre a importância que a edilidade atribui à cultura e o respeito que tem pelos frequentadores da referida biblioteca.

Série V - Res pública

Por falar em impunidade, que dizer da total impunidade com que alguns senhores conspurcam as paredes de alguns edifícios, públicos e privados, para promover os seus espectáculos? No caso dos graffities não é fácil descobrir os responsáveis. Não acontece o mesmo neste caso. Quem é então responsável por que continuem a deixar as paredes no estado que a imagem documenta?

Série VII - Graffities


De há uns tempos a esta parte, os graffities têm-se multiplicado pelas paredes de Vila Franca de Xira com aparente total impunidade, resultado da quase completa ausência de patrulhamento policial (em algumas zonas vedadas ao trânsito, a ausência é completa). A imagem é do tunel que dá acesso às escadas que ligam a Rua Dr. Miguel Bombarda à Praceta. Eis mais alguns exemplos:

Escadas de acesso à passagem superior sobre a auto-estrada (um bom exemplo para os estudantes).

Travessa do Quebra-Costas

Praça de Toiros.

Passeio ribeirinho.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Série III - Edifícios públicos

24 de Junho de 2009: Passou muito tempo depois do último post sobre este assunto. Até há, vou ser generoso, 15 dias atrás, a obra esteve completamente parada. Daí para cá o telhado foi colocado, o que, pelo menos, parece resultar num avanço importante. A este ritmo talvez a obra esteja pronta para o Natal (não o do ano anterior, como tinha apostado, mas o deste ano). Admitindo que a obra vai finalmente ser acabada, faz sentido perguntar o que legitima (além do poder legal para o fazer, se é que existe) a construção deste estaleiro. Ela dá-se num bairro residencial no qual foi construído recentemente (ao arrepio do PDM inicial, que previa a construção exclusiva de vivendas no local), um centro de acolhimento do ABEI para crianças e jovens desfavorecidos, isto é, num bairro no qual, além da população infantil e juvenil residente, existe, por força desse centro, um número importante de crianças e jovens. Apesar disto tudo, apesar de não existir nenhum local de lazer para crianças no bairro, apesar de nunca construído qualquer infra-estrutura de apoio no bairro, a Junta não encontrou melhor aplicação para os terrenos e dinheiros públicos do que construir um estaleiro. E isto num bairro residencial onde os moradores pagam cerca de 500 euros de IMI por ano. Em ano de eleições autárquicas merece a pena que meditemos neste exemplo. Talvez descobramos através dele a quem os poderes públicos servem e, por essa via, como devemos utilizar o nosso voto. E se ainda tiverem dúvidas, lembrem-se que estes diligentes trabalhadores almoçam das 11h 30m às 13h 30m, mais coisa menos coisa.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Série III - Edifícios públicos

21 de Novembro: Trabalho feito por hoje. Para a semana há mais. Mas espera, são apenas 16 e 08! Estes tipos saiem cedo! Um emprego assim também eu queria. Pode ser na tua Junta de Freguesia com certeza.

Série III - Edifícios públicos

21 de Novembro: Depois de uma semana intensa de trabalho, podemos ver que o barracão passou a ter três barras para suportar o telhado. Nada mau! Assim não vai ser fácil vencer a aposta de que a obra não está acabada até ao Natal. Já agora, os cidadãos não podem lavar os seus carros na via pública, mas os trabalhadores da Junta de Freguesia podem. Por que será?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Série III - Edifícios públicos

17 de Novembro: Uma nova semana e estão a trabalhar. Estou espantado! Assim, embora os trabalhadores sejam poucos, ainda acabam a obra antes do Natal . . . do ano que vem!

Série III - Edifícios públicos

14 de Novembro: A obra continua a avançar (devegar). De qualquer modo estou espantado.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Série III - Edifícios públicos

13 de Novembro: Passaram muitos meses desde o último post. A razão do interregno é óbvia: de então para cá a obra continuou parada. Contudo, nos últimos dias (não sei dizer ao certo, mas talvez há dois ou três dias atrás) começaram de novo a trabalhar no barracão. Vamos, portanto, acompanhar os seus progressos para ver se o meu vaticínio (que a obra não está acabada antes do Natal) se concretiza ou não.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Série III - Edifícios públicos

19 de Junho: Passaram mais de quinze dias desde o último post. A razão é simples e facilmente verificável: nada aconteceu durante este tempo, como a imagem documenta. Cresce a minha convicção de que a obra não será acabada este ano. Um óptimo exemplo do «fazer mais com menos recursos» com que o presidente da Junta nos brinda na página de entrada da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Série III - Edifícios públicos

03 de Junho: Como se vê, tudo parado. E o mesmo aconteceu desde o dia 30 de Maio. Assim dá a impressão que a obra não avança porque ninguém está a trabalhar nela (porventura por terem outros afazeres mais urgentes). Oh, como eu lamento não ter começado a fazer o fotodiário logo no início da obra! Assim, teria sido perceptível a lentidão com que a obra avançou e a incompetência que levou a que a cofragem (da parede traseira do barracão semi-construído), por ter sido feita de forma deficiente, caísse quando nela deitaram o betão, o que levou a que esse mesmo betão fosse depois usado para fazer o chão. Se o tivesse feito, seria agora perceptível que a obra não é apenas uma obra morosa, mas uma obra que já devia estar acabada há muito.